Quarta-feira, Agosto 22, 2007

Adivinha quem vai mudar de blog de novo?

Juliana | 12:40 AM |

Quarta-feira, Agosto 08, 2007

Por que será que... quando eu mais preciso dormir é que eu insisto em passar a madrugada no pc?

Juliana | 1:18 AM |


Do nada abri meu email do zipmail, um email antiquíssimo, de uns 7 anos atrás.
Olhei a caixa de entrada, spam. Olhei a caixa de saída e li uns emails muito muito velhos. Eu nem me lembrava que tinha tanta ligação com certas pessoas há anos atrás.
Situações
Coisas
Pessoas

Esquisito porque nem era um tempo tão maravilhoso assim, mas dá saudade.

Nostalgia...



Juliana | 1:17 AM |

Sexta-feira, Julho 27, 2007

É bem esquisito, mas não me sinto mais tão à vontade pra escrever aqui como antes. Na verdade, não me sinto há muuuuuito tempo (desde que eu era uma adolescente feliz e empolgada com essa vida de blogs, ou seja, deve fazer uns 5 anos), mas agora é realmente DE VERDADE.
Não sei não, mas tenho a impressão de que, de alguma forma, tou sendo vigiada. E tenho certeza quase absoluta de que não tou ficando maluca e nem nada parecido, mas é que tudo que costumo escrever aqui é bastante pessoal e, de repente não sinto mais vontade nenhuma de ficar expondo ‘pequenos fragmentos de minha vidinha pacata’ neste blog. E também quero tirar meu rosto daqui faz tempo! Prometo todo dia que vou arrancar aquele sorriso azulado ali de cima, mas não encontro um layout que realmente goste e não tenho mais paciência pra passar horas pensando em um template bonitinho.

Acho que isso faz parte da minha nova postura não-falo-mais-da-minha-vida-pra-deus-e-o-mundo-achando-que-isso-vai-me-fazer-melhor. Não dá pra negar, eu me sinto muito melhor assim. É claro que eu sei que vai chegar uma hora em que eu vou chorar por algum motivo, e tudo o que vou desejar é encontrar alguém que escute eu contar uma enxurrada de fatos e lágrimas, mas acho que isso não vai acontecer. Na verdade, eu já até chorei, e não precisei ficar me lamentando pra Deus e o mundo. Passou e eu fiquei ‘feliz e saltitante’ de novo.



É que a vida... A vida, meus caros, é uma caixinha de surpresas (e eu amo o Joseph Klimber).

Juliana | 12:10 AM |

Quarta-feira, Julho 04, 2007

Juro, juro por tudo que daqui a alguns dias eu vou acabar explodindo.
Por que tem sempre que existir gente querendo se meter na minha vida, tentando ditar o que posso fazer ou deixar de fazer?
Eu não tenho mais 5 anos, eu faço as minhas próprias escolhas e EU sofro as possíveis consequências delas, só EU. Preocupação é uma coisa, querer sempre meter o dedo na vida alheia é outra.
Bah.

Juliana | 12:14 AM |

Segunda-feira, Junho 18, 2007

Sentir-me bem é esquisito. Dá até medo.
[acho melhor aproveitar enquanto tá tudo assim]

Juliana | 8:54 PM |

Quarta-feira, Maio 30, 2007

Eu não tou revoltada nem coisa parecida, que chato ouvir gente legal dizendo isso.
Qual é o mal de querer ficar no meu canto, com meus pensamentos só pra mim? Quem disse que a gente precisa ser do mesmo jeito o tempo todo, fazer as mesmas coisas, pensar igual, agir igual? Quem disse que só porque a gente ama alguém, tem que dizer "bom dia, como vai?" todos os dias pra tal pessoa?
Isso é muuuuito, muuuuuito chato.



Oh, céus, como eu queria ter ficado mais umas duas semanas em Maceió. Mesmo gripada. Mesmo com 5 aftas (e um dente idiota nascendo e rasgando tudo) na boca. Mesmo em um quarto de hotel que mal cabiam 3 pessoas dançando :P, que dirá 3 camas, 6 malas, 3 meninas bagunceiras. Mesmo saindo de um ônibus com o arcon a 14 graus pra um calor dos infernos. Mesmo estando longe da mamãe linda e maravilhosa.

Juliana | 12:50 AM |

Segunda-feira, Maio 14, 2007

Eu me sinto a pessoa mais imbecil que eu mesma conheço.

h u r t
h u r
h u
h

Juliana | 2:11 AM |

Segunda-feira, Maio 07, 2007

O erro foi meu, desde o começo, e só vejo os zigalhões de consequências agora.
Foi meu o erro de me abrir tanto, de desabafar tanto, de achar que falar sobre os meus problemas amenizava um sofrimento. Foi meu o erro de dar espaço demais pra todos que vivem ao meu redor. Foi meu o erro de querer viver uma "vida conjunta" quando a vida, querendo ou não, é vivida por um só. Foi meu o erro de transformar tudo em comunitário: sentimento comunitário, namoro comunitário, sofrimento comunitário, dúvida comunitária. Foi meu o erro de aceitar os erros e as imperfeições de todo mundo, quando não aceitam os meus. Foi meu o erro de não ter aprendido a ser orgulhosa. Foi meu o erro de achar que o mundo é feito de justificativas, e de achar também que quando se ama muito alguém, deve-se viver de explicações.
E com esse erro gigantesco eu me expus. E agora me expoem mais do que devem. E se sentem no direito de intervir na minha vida o tempo todo (e sim, eu dei esse direito, mas não achei que tudo seria tão extremado).
Na verdade, acho que esse é mais um erro, só que dessa vez não é meu: a intolerância. Mas nada é perfeito, a vida não é perfeita, nós não somos perfeitos e todo mundo erra.
E eu pago agora pelos meus erros, pelos meus defeitos, e pelos dos outros também.



[não é pra entender ou tentar interpretar. às vezes jogo palavras e elas se soltam.]

Juliana | 10:02 PM |

Domingo, Maio 06, 2007

Minha vida se transformou numa loucura...
...e, não, isso não é nada agradável.


alguém me leva pra longe, bem longe daqui?

Juliana | 12:12 PM |

Quinta-feira, Maio 03, 2007

Não tentem entender isso, porque nem eu mesma entendo, só percebo... É estranho demais você ter sentimentos opostos dentro de si, AO MESMO TEMPO. Você se sente hiper humilhada, usada, ridicularizada, mas consegue também se sentir orgulhosa de si, e se perceber maior que tudo. Você consegue sentir uma dor gigantesca de uma decepção do tamanho do universo, mas sente também alívio, ALÍVIO (sabem o que é isso?), sensação de liberdade.

É incrível, não? Chega a ser quase bizarro.

Juliana | 10:52 PM |

Quarta-feira, Maio 02, 2007

"After all you put me through
You'd think I'd despise you
But in the end, I wanna thank you
'Cause you made me that much stronger"


E então ela descobriu que não era tão fraca ou tão boba quanto pensava ser. E descobriu dentro dela uma força que acreditava até então ser inexistente. E viu que há males que vêm para o bem e deixam uma sensação de liberdade gigantesca! Adeus peso na consciência, adeus medo de estar agindo errado, adeus lágrimas, adeus dúvidas. E ela realmente entende que é necessário sofrer pra aprender, mas ela entende também que todas aquelas coisas, apesar de tão terríveis, fizeram com que ela descobrisse que é maior, e que está acima de tudo. E ela chora, chora bastante, chora e se lamenta, pensa nos anos perdidos. E ela entende que ainda vai chorar, que tudo ainda vai doer, que o nojo vai crescer... Ela realmente entende e sabe que vai sofrer um bocado. Mas só agora ela consegue ter absoluta certeza de que, quando tudo aquilo passar, ela vai se sentir feliz como nunca se sentiu antes, e vai poder viver os dias que serão só dela.




[mas puta que pariu, podia existir um jeito mais simples de a gente aprender as coisas, né?]


Juliana | 2:50 AM |

Terça-feira, Abril 24, 2007

Estou muito afim de tirar minha cara deste blog. Perdeu a graça, esse pseudo-sorriso aí em cima. Eu prefiro ser mais uma anônima, noface na escuridão. [uahuahauaihauahuiahiauhaiuahiuah]

E mudando de assunto um segundo... Descobri qual é o pior defeito que um ser humano pode ter, aliás, os dois piores: o primeiro é a incapacidade de tomar decisões; o segundo é a incapacidade de agir mesmo quando já se tem uma decisão tomada. Podem apostar, isso ainda mata um. Só espero que não seja eu.

Juliana | 11:06 AM |

Sexta-feira, Abril 20, 2007

Sinceramente...

Quando somos ainda pequenos, com todo mundo, sempre há um momento da infância/adolescência em que alguém nos diz: amigo mesmo é pai e mãe.
Chego à conclusão de que essa é a maior verdade que já ouvi na vida.


Dói, mas eu supero. Sempre se supera, não?

Juliana | 12:27 AM |

Terça-feira, Abril 10, 2007

Fora do lugar.

Fora do lugar.


Fora.
Lugar.


Mim.
Longe-de-mim.

Juliana | 1:42 AM |










Juliana

20 anos, estudante de Psicologia, apaixonada por idiomas, fã da Agatha Christie, sensível ao extremo, carente, criança, manhosa, ciumenta, chata, pensadora-de-bobagens, irritada, nervosa, impaciente, estressada, observadora, detalhista, perfeccionista, exagerada, crítica, desajeitada, desconfiada...

Gosto do barulho das ondas, da chuva caindo a noite inteira, dos dias frios, das comédias e livros românticos, das músicas em volume altíssimo, de dar mil gargalhadas, de ficar só em silêncio pensando por horas, de me sentir livre e disposta, de me sentir útil, de me sentir querida, dos abraços apertados que duram minutos intermináveis, das manhãs inteiras dormindo, do cinema quase vazio e tranqüilo, de estar rodeada de gente querida, de me sentir querida, de me fazer presente, de ver gente sorrindo, de observar as pessoas sem que elas percebam, de cantar bem alto, de dançar trancada no quarto, de imaginar dias gostosos, de fazer planos (mesmo que eu não os ponha em prática), de sentir que a vida é gostosa de se viver.

Aerosmith!, After Forever!, AC/DC!, Arch Enemy, A-ha, Ambeon, Ayreon, Angra, Anathema, Ark, Audioslave, Beatles!, Black Sabbath, Blind Guardian!, Bon Jovi!, Bush, Children of Bodom!, Depeche Mode, Death, Dio, Dire Straits, Dr. Sin, Dream Theater, Duran Duran, Dio, Eterna, Europe, Evanescence, Epica, Evergrey, Foo Fighters, Fuel, For My Pain, Goo Goo Dolls, H.I.M!, Hammerfall, Hellacopters!, Iced Earth!, In Flames, Iron Maiden!!, Imago Mortis, INXS, Janis Joplin, Judas Priest, Katatonia, Kiss, Lacuna Coil!!!, Labyrinth, Lacrimas Profundere, Lacrimosa, Live, Manowar!, Megadeth, Metallica! (anos 80), Nevermore, Opeth, Ozzy!, Pantera, Pink Floyd!, Poisonblack, Pain of Salvation!, Pearl Jam!!!, Porcupine Tree, Queens of The Stone Age!, Queen, Ramones, Radiohead, Scorpions (já gostei mais), Sentenced!, Shaaman, Skid Row, Symphony X!, Testament, The Gathering!, The Darkness, The Smiths, Theatre of Tragedy (quando não era tuntz tuntz), The Police, The Strokes, U2, Weezer, Whitesnake, Kid Abelha, Titãs



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